Se há coisas que eu gostaria de ver esclarecidas, esta de se andar às voltas com a possível entrada da Guiné Equatorial na CPLP é a prioridade presente, quando o assunto se discute em Lisboa, na Assembleia da República...
Como seria de esperar, a esquerda portuguesa é contra, enquanto o Governo parece ser a favor, bem como os partidos que naquela Assembleia o suportam...
Nós desconfiamos que um país onde não se sabe se a pena de morte já foi ou não extinta, governado por um regime ditatorial onde a riqueza se restringe ao clã presidencial e pouco mais, onde as línguas já oficiais são o castelhano e o francês e o parentesco com o português se resume a uma espécie de crioulo falado na ilha do Ano Bom semelhante ao de S.Tomé e Príncipe, pouco ou nada tem a oferecer à Comunidade de Países de Língua Portuguesa, a não ser, claro, o petróleo!
Será este o rabo que o gato deixou de fora?




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