Neste que será sempre o teu Blog, não poderíamos deixar passar em claro, tamanha efeméride. O nosso amigo TÓZÉ, enviou-nos um "belo desabafo", que com a devida vénia, tomo a liberdade de partilhar com outros amigos... Ergamos então os nossos gins e brindemos!!!
Olá Grande Chefe,
Espero que estejas bem (nunca te tratei por “tu", mas como nos conhecemos há 40 anos, dou-me agora a essa liberdade! ), porque nós ansiamos o teu regresso desta viagem que, convenhamos, já se alongou demasiado!...
Mas já que resolveste ficar desse lado, cabe-nos aceitar… Falo no plural, porque a Rosário sente o mesmo. Olha, ela está a mandar-te um beijo e um braça, daqueles que só tu sabes dar e receber. Está ali sentada a beber um gin tónico. Como sabes, ela diz que foste tu quem a ensinou a gostar desse mix.
Sabes, em 2016 eu também quis fazer a viagem, mas o teu filho não deixou… Agora estaríamos os dois a degustar um qualquer “são brás", sem correrias, preocupações, desilusões, tristezas, perdas… Enfim… felizes!
Feliz estarias tu se o nosso Sporting não se tivesse tornado num “monte escatológico" de “gente” que derivou da normalidade para caminhos ínvios, desnorteados por carácteres oprobriosos…
Natural, isso sim, é o facto de ausente estares e seres presente. No tempo, que agora é todo teu, estás no nosso. Nos diversos brindes, nos gestos que ensinas, na gargalhada que se ouve e nos abraça; nos locais onde não vais, mas onde te evoco e Lhe peço para que continues bem…
No nosso presente, continuas a ser um presente que temos, daquele tipo que não cabe sob a copa de qualquer árvore de Natal. Estás presente a cada gesto e passado … só se for o tornedó…
Estive muito tempo ausente no que concerne a esta exteriorização de sentimentos e tenho alguma dificuldade em ver a Maiúca.
Contudo, tu sabes que falo muitas vezes contigo, não é verdade?!...
Sem mails, facebook, whatsapp, esta carta vai selada com a vontade de te rever.
Espero que estejas bem (nunca te tratei por “tu", mas como nos conhecemos há 40 anos, dou-me agora a essa liberdade! ), porque nós ansiamos o teu regresso desta viagem que, convenhamos, já se alongou demasiado!...
Mas já que resolveste ficar desse lado, cabe-nos aceitar… Falo no plural, porque a Rosário sente o mesmo. Olha, ela está a mandar-te um beijo e um braça, daqueles que só tu sabes dar e receber. Está ali sentada a beber um gin tónico. Como sabes, ela diz que foste tu quem a ensinou a gostar desse mix.
Sabes, em 2016 eu também quis fazer a viagem, mas o teu filho não deixou… Agora estaríamos os dois a degustar um qualquer “são brás", sem correrias, preocupações, desilusões, tristezas, perdas… Enfim… felizes!
Feliz estarias tu se o nosso Sporting não se tivesse tornado num “monte escatológico" de “gente” que derivou da normalidade para caminhos ínvios, desnorteados por carácteres oprobriosos…
Natural, isso sim, é o facto de ausente estares e seres presente. No tempo, que agora é todo teu, estás no nosso. Nos diversos brindes, nos gestos que ensinas, na gargalhada que se ouve e nos abraça; nos locais onde não vais, mas onde te evoco e Lhe peço para que continues bem…
No nosso presente, continuas a ser um presente que temos, daquele tipo que não cabe sob a copa de qualquer árvore de Natal. Estás presente a cada gesto e passado … só se for o tornedó…
Estive muito tempo ausente no que concerne a esta exteriorização de sentimentos e tenho alguma dificuldade em ver a Maiúca.
Contudo, tu sabes que falo muitas vezes contigo, não é verdade?!...
Sem mails, facebook, whatsapp, esta carta vai selada com a vontade de te rever.
Porque não apareces para fazer um bacalhau à Zé do pipo?
Não esperes pelo dia em que for ter contigo … aparece… Serás sempre bem-vindo!
Até já!
TZ

