A "Caixa Geral de Depósitos", dá a si própria o cognome de "o nosso Banco", para dar um ar familiar à instituição que, até por ser estatal, deveria ser isso mesmo, "NOSSO"... Mas, com o tudo o que é do Estado, as coisas nem sempre são o que parecem ser e, hoje mesmo, sucedeu algo na Caixa de Alcobaça, que merece uma pequena referencia...Familiares nossos tinham que levantar de uma conta de cuja signatária são herdeiros determinada quantia, que, por acaso, até nem é nada de particularmente volumoso. Terminado um longo percurso de documentos, desde o atestado de óbito a publicas formas, atestados, declarações, despachos, tudo solicitado a conta-gotas ao longo de dias incontáveis, um funcionário dá a notícias há tanto esperada: os documentos estão, todos, em ordem... Mas... (Pronto, está tudo estragado: há um "mas" !!!). Mas, indagam as pessoas já tão massacradas por tanta burocracia e pouca vontade, o que é que se passa ! E o funcionário do nosso banco, explica: É que o colega que tem este processo está de férias...Deixem o número de um telefone que depois eu comunico quando ele regressar...Isto não lembra ao próprio diabo...Então, se o homem morre (que Deus o livre) ou resolve fugir para Cuba com o dinheirinho da falecida? Está-se mesmo a ver que os bancários da CGD, o Banco Estatal, aprenderam a comportar-se como funcionários públicos que, afinal de contas, acabam por ser, para mal dos nossos pecados...Quem se lixa é, sempre, o mexilhão!!!
-o-
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