CINCO HOMENS FAMOSOS, CADA UM POR SEU MOTIVO MUITO PARTICULAR, PARTILHAM, ESTRANHAMENTE, A DATA DE NASCIMENTO - 13 DE AGOSTO:
1926 - TONY BENNET - Cantor norte-americano
1926 - FIDEL CASTRO - Político cubano.
1914 - LUIZ MARIANO - Tenor basco.
1889 - ALFRED HITCHCOCK - Realizador de cinema inglês.
1655 - JOHANN C. DENNER - Inventor do clarinete, alemão.





Não é nada de admirar. O Denner inventou o clarinete, como sabemos. Só que o Fidel, ao ter conhecimento do invento achou que toda a gente devia ter um instrumento daqueles. Disse ele num discurso famoso na Plaza de la Revolución (1960) que cada proletário deveria ter um clarinete, que o objecto não devia ficar confinado a alguns poucos músicos em cada orquestra, que era coisa para toda a gente, até para um bate-chapas um carteiro ou criada de servir. Mas o Tony Bennet lançou nessa mesma altura uma canção que dizia que em Cuba os Cohiba eram só para El Compañero e que o povo apenas fumava puros de terceira qualidade e logo a seguir o Luiz Mariano lançou um LP de grande sucesso cujo título era «Compañero, yo soy un clarinetista que no le doy mi clarinete». Vai daí, o Hitchcock realizou um fime (com actores peruanos e chilenos a imitarem os guerrilheiros da Sierra Maestra) em que o Fidel era morto à facada na banheira da casa de banho de um motel manhoso. Mas como o filme ia trazer grandes problemas internacionais, a Rainha pediu-lhe insistentemente que repensasse a situação e foi aí que ele decidiu fazer a versão que veio a público com a Janet Leigh, a Vera Miles e o Anthony Perkins.
ResponderEliminarBraça,
Djack
Efectivamente, a sua imaginação não tem limites...Bem que a nossa vida seria melhor se a História dependesse dela...
ResponderEliminarForte abraço em dó maior,
Zito