sexta-feira, 24 de abril de 2015

[8061] - PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA...

Djô o "libertador"

Djo da Silva veio para a comunicação social dizer à boca cheia que o Kriol Jazz Festival veio libertar, por assim dizer, os músicos de Cabo Verde, que estavam um pouco presos à forma de tocar e interpretar. Ora o ZIG, embora respeite a figura pelo trabalho que fez em prol da música cabo-verdiana, acha um pouco exagerado tamanha presunção. De Bulimundo a Pantera, passando por Vasco Martins, Carmen Sousa, Mayra Andrade, Hernâni Almeida, Tcheca, entre tantos outros, há muito que esses e outros nomes são o que são sem o KJF! Um pouco de parcimónia com a língua não faz mal a ninguém, por melhor que seja o vendedor e o peixe que se queira vender. (in Zig-Zag - A Nação)

N.R. - Não se discute, aqui, a validade, o conteúdo e a importância do KRIOL JAZZ FESTIVAL, mau grado a nítida influência alupéctica do título...Nada, no entanto, justifica a jactância do Senhor Silva a quem faltará alguma identificação com a terra que o adoptou...

1 comentário:

  1. .
    Com esta notcia gostaria de saber se possivel:
    a) - Quantos mùsicos participam deste "band";
    b) - Quantos são os caboverdeanos "de casa";
    c) - Quantos anos de experiência musical têm;
    d) - Desde quando temos os conjuntos de jazz;
    e) - E em que lugares se encontram sedeados.
    Sempre procurei documentar-me sobre nossos Mùsicos e a Mùsica nativa e os Teatros em Cabo Verde e esta dos "jazzmen" não segui. Por isso a minha tristeza em ver que até criaram um festival que libertou os nossos mùsicos e so agora tomo conhecimento.
    ..

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