segunda-feira, 21 de setembro de 2015

[8473] - COLAGEM IDEOLÓGICA OU ESTRATÉGICA?!

Portugal: Antigo presidente do Parlamento destaca qualidade do livro de José Maria Neves...

António de Almeida Santos, ex-presidente da Assembleia da República portuguesa, elogia a qualidade do livro de José Maria Neves, "Cabo Verde: Gestão das Impossibilidades", ao considerar que se trata de uma obra que revela uma “sabedoria, além de toda experiência dos 15 anos a governar Cabo Verde, um país outrora considerado improvável”.
Portugal: Antigo presidente do Parlamento destaca qualidade do livro de José Maria Neves
“O que me impressionou mais no livro de José Maria Neves é a linguagem e o rigor dos conceitos usados, o que certifica o domínio daquilo que fala, quer politicamente, quer economicamente”, diz Almeida Santos, um dos nomes destacados da política portuguesa.

Para Almeida Santos, este livro é um retrato daquilo que o seu autor viveu “com sobriedade e conhecimento de causa que vão de encontro a uma realidade vivida com muita inteligência”. Segundo o histórico militante do Partido Socialista, "José Maria Neves soube gerir Cabo Verde com sabedoria e imaginação".

A obra de José Maria Neves foi apresentada  na sexta-feira, 18, em Lisboa, por Almeida Santos e Guilherme d’Oliveira Martins, no espaço do Grémio Literário, que juntou várias personalidades das mais diversas áreas de Portugal e Cabo Verde.

N.R. - Como temos as nossas dúvidas sobre a honestidade mental do senhor Almeida Santos, este apadrinhamento não me levanta grandes incompreensões mas fico à espera que algum "expert" nos explique o inusitado da situação, acentuado pela presença de Oliveira Martins...


2 comentários:

  1. Cabo Verde: Gestão das Impossibilidades????
    Que título tão pomposo!! Parece que ainda não saímos dos tempos 25 de Abril com salvadores e pais da pátria!!
    Quem ainda acredita no PAI NATAL???
    Bom aqui estamos no domínio da Propaganda e da Manipulação pura e dura de resto faz parte da ideologia do paiCv e da sua prática estalinista, consideram-se Iluminados (Luzes e Guias) e serem os Melhores Filhos, logo subentende-se saberem tudo e serem donos de tudo.
    O Paicv considera-se um partido Demiurgo tal como Criador do Universos, consideram-se criadores de CV à partir do nada: antes não havia nada e com o Paicv/gc (de repente Fiat Luz Fez-se Luz). Não há maior presunção!!!
    Vender o discurso que se faz Possível a partir Impossível faz parte da retórica Demiurga Criadora que o zépovinho engole sem piar. A realidade é bem outra !!!
    Para ser sincero acho este título no mínimo fanfarrónico ou senão algo produzido pelo gabinete de propaganda do Paicv, pois contrariamente ao que os vendedores de tapetes voadores andam-nos a contar, a gestão de CV tem sido a banal gestão assistida pela comunidade da esmola e dos donativos, ainda por cima com o centralismo de tudo no Estado, castrando, matando tudo o que pode crescer á volta, incluindo as pessoas. Não é preciso ter muitos diplomas para uma tal gestão, ou os dirigentes de CV podem ir a Oxford ou a Wall Street dar um curso de como gerir uma Economia Impossível, o que lhes conferirá competências para concorrer a um prémio Nobel qualquer. Governar Cv é tão complexo, transcendente que no tempo colonial, Cabo Verde era gerido por um governador o seu secretário e um staff mínimo, pois a economia era liberal em torno do comércio e de algumas actividades industriais adoc.
    O Estado fascista de Salazar não controlava a economiado arquipélago, nas mãos de cabo-verdianos.
    Hoje temos uma corte Infinita de servidores do estado (ou o contrário que se servem), de empresas públicas socialistas todas falidas, sem contar com os assessores e toda rede de instituições que gravitam, tal parasitas, á volta deste corpo que é a máquina do Estado centralista de estilo leninista: omnipresente omnipotente e omnisciente.

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  2. Aí está. Estado centralizado e a aplicar os recursos que recebe do exterior fomentando o empolamento do centro e um aparelho de estado superlativizado. O que nos valeu e vale é sermos "cabo-verdianos", isto é um povo que se distingue dos africanos do Continente por incorporar valores ocidentais e cristãos. Por isso é que a corrupção, a venalidade e o nepotismo não se assemelham nem pouco mais ou menos ao que se passa na África negra em geral.

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