quarta-feira, 9 de novembro de 2016

]9890] - POEIRA DOS TEMPOS...


O RMS  Magdalena – Mala Real... Como  o Titanic , o  Hariand e o Wolf, também este esbelto navio se afundou na viagem inaugural, em 1949,  depois de ir de encontro às rochas nas costas do Brasil. Felizmente, ninguém morreu ou ficou gravemente ferido.
A quem desconheça a História, despertará decerto grande curiosidade a presença de uma tal quantidade de batelões do carvão como que abandonados ao sabor da mansa ondulação da baía do Porto Grande...
Artur Mendes

8 comentários:

  1. Mais sobre o "Magdalena", em Praia de Bote:

    https://mindelosempre.blogspot.pt/2016/08/2344-imagem-rara-dos-lanchoes-do-carvao.html#comment-form

    Braça com rocegadores por todo o lado,
    Djack

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  2. É que desperta mesmo! O aspecto diferente que a fotografia ganha, com a presença numerosa dos batelões, confere-lhe também uma beleza estranha.
    Vieram-me à memória alguns versos do poema "Rumores" de Jorge Barbosa, na parte em que ele diz: "(...) Rumores do Porto Grande / do carvão /caindo nas lanchas metálicas (...) // Rumores das coisas simples da minha terra"

    Abraços
    Ondina

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  3. Peço imensa desculpa por não ter mencionado o autor da foto: Dionizio da Camara Lomelino.

    Certamente, lá onde "stá" , agradece a "rocega" das suas inoráveis fotos!

    Braça com futuras rocegas .... Storia câ tem done"



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    1. Digo: imemoráveis. ( inumeráveis também)

      Mantenha

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  4. Não me tratem de velhinho. Prefiro antes idoso. Assim està bem.
    Para dizer que não me estranha nada ver o sem nùmero de lanchas.
    porque ainda tenho isso na memôria. Via-as quando visitava o meu
    avô materno, fogueiro dos guindastes na Companhia Nacional.
    Era diazà !!!

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  5. É das fotografias mais sugestivas do antigo Porto Grande. E o nome desse veleiro fundeado?

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  6. Com esta amostra podemos imaginar a azáfama que havia no Porto Grande nesse tempo e o trabalho que isso dava a povo

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    1. O veleiro parece que usava velas ao terço no mastro dianteiro, nada usuais nos navios autóctones...Devia ser, também, estrangeiro...

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