Os Jogos da CPLP terminaram no sábado, em Moçambique ao fim de uma semana de competição, sem ter conseguido ganhar o imediatismo que mereceu desde o início. A verdade é que os jogos já vão na sua sétima a edição mas continuam quase ignorados pela generalidade dos media e não se vislumbra, da parte dos responsáveis, um grande empenho em pegarem neste acontecimento e tornarem-no num dos principais do calendário desportivo nacional. Provavelmente a questão é mais profunda e relaciona-se também com as dificuldades que a Comunidade tem sentido para se impor como algo verdadeiramente unificador do mundo lusófono. Questões politicas, e não só, às quais, contudo, o desporto podia dar uma importante e significativa ajuda.Os Jogos desde ano foram para jovens até aos 16 anos mas era importante que que a questão das idades fosse liberalizada; era importante que os países lusófonos se empenhassem em ter os seus melhores representantes; era importante assegurar uma colaboração mediática que tornasse visível e apetecível uma competição uma competição desportiva que me parece do maior interesse. O desporto sempre foi um pólo unificador entre os povos e não é preciso procurarmos muito para encontram os exemplos das relações desportivas de Portugal com os restantes países lusófonos. Já é tempo de os Jogos da CPLP deixarem de ser um acontecimento envergonhado. A próxima organização é de Portugal. Seremos nós capazes de dar o salto definitivo?
Por: Joaquim Semedo
(Record)
Caríssimo, a CPLP, e consequentemente a lusofonia, é uma treta.
ResponderEliminarE porque será, meu amigo ?! Ou, assim é que está bem ?!
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