AMIGO SAIAL - Como é óbvio, morrer, aqui, não é uma fatalidade imediata...Lembro a célebre frase "...Ver Nápoles e depois morrer!" da qual retenho a ideia de que, depois de se ver Napoles, já se pode morrer sem a mágua de nunca ter visto Nápoles...Depôs de conchê Mindelo, morrê 'câ nada! Dedico as mesmas palavras ao "anónimo"... Entretanto, Jack, já mandei doi mails que não obtiveram respota, com um novo trabalho em prosa. Passa-se alguma coisa com a sua caixa de correio?
A fotografia do Mindelo é realmente apelativa. A natureza e a construção humana fazem uma mistela que vista de longe, do cimo do Monte Cara, sugere algo de mágico e irresistível. É esta visão que quero guardar na hora da morte. De novo tive de me rir com um comentário. Desta vez é a tirada humorística do Joaquim Saial, a glosar a música fúnebre do Djosa.
Amigo anónimo, o cume da minha subida não é físico mas sim a proximidade do fim da minha jornada por este mundo. Se Jankevelich tivesse alguma vez estado no Mindelo ele perceberis o que eu quero dizer... Amigo Adriano, o nosso Jack tem sempre uma piada na ponta da pena...Só não sei porque não responde aos meus mails...
Claro, claro essas coisas sao sempre metafisicas. Alias ouvi dizer que o Monte Cara esteve a dar umas voltas ontem de madrugada pelas ruas de Mindelo, sobretudo rua de Coco para espantar o maçonico Pudjim!!!
Admiro a disponibilidade intelectual das pessoas e jogar com as palavras sempre foi um desporto salutar (e didatico...)! Não existem limites para os voos da nossa imaginação e eu não me impoortaria de substituit o M.C. nessa vadiagem pelas ruas do Mindelo e, porque não, pregar um susto ao Pudjim...Bom fim-de-semana, amigo!
Emendo...
ResponderEliminarRever o Mindelo e continuar lá uma temporada boa, regressar a Lisboa e voltar de novo e assim "sucessivelmente".
Caso contrário, eu diria como na música alusiva ao Djosa: "Ó Zito, quem mandóbe morrê?"
Com um bocado de sorte, ainda nos encontraremos no Mindelo no próximo ano, para bebermos umas boas cervejas e uns bons grogues no quiosque.
Braça sem morte,
Djack
Começar o ano a falar de morte e Mindelo, prefiro o cume do Monte Cara!
ResponderEliminarAMIGO SAIAL - Como é óbvio, morrer, aqui, não é uma fatalidade imediata...Lembro a célebre frase "...Ver Nápoles e depois morrer!" da qual retenho a ideia de que, depois de se ver Napoles, já se pode morrer sem a mágua de nunca ter visto Nápoles...Depôs de conchê Mindelo, morrê 'câ nada!
ResponderEliminarDedico as mesmas palavras ao "anónimo"...
Entretanto, Jack, já mandei doi mails que não obtiveram respota, com um novo trabalho em prosa. Passa-se alguma coisa com a sua caixa de correio?
O grande filosofo Jankevelich dizia que perdendo os amores era entrar no duro Inverno!
ResponderEliminarRegressando aos amores antigos do Mindelo estaria a subir ao cume do Monte?
Jankevelich nao pensa assim!
A fotografia do Mindelo é realmente apelativa. A natureza e a construção humana fazem uma mistela que vista de longe, do cimo do Monte Cara, sugere algo de mágico e irresistível. É esta visão que quero guardar na hora da morte. De novo tive de me rir com um comentário. Desta vez é a tirada humorística do Joaquim Saial, a glosar a música fúnebre do Djosa.
ResponderEliminarAmigo anónimo, o cume da minha subida não é físico mas sim a proximidade do fim da minha jornada por este mundo. Se Jankevelich tivesse alguma vez estado no Mindelo ele perceberis o que eu quero dizer...
ResponderEliminarAmigo Adriano, o nosso Jack tem sempre uma piada na ponta da pena...Só não sei porque não responde aos meus mails...
Claro, claro essas coisas sao sempre metafisicas.
ResponderEliminarAlias ouvi dizer que o Monte Cara esteve a dar umas voltas ontem de madrugada pelas ruas de Mindelo, sobretudo rua de Coco para espantar o maçonico Pudjim!!!
Admiro a disponibilidade intelectual das pessoas e jogar com as palavras sempre foi um desporto salutar (e didatico...)!
ResponderEliminarNão existem limites para os voos da nossa imaginação e eu não me impoortaria de substituit o M.C.
nessa vadiagem pelas ruas do Mindelo e, porque não, pregar um susto ao Pudjim...Bom fim-de-semana, amigo!