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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

[9966] - AS CORES DE ÁFRICA...

ALIS MERA DORA
Nascida na Colombia, esta artista foi professora de educação artística
dirigindo a sua própria escola entre 2003 e 2008.
(Sugestão de Artur Mendes)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

domingo, 3 de julho de 2016

[9404] - A BELA OLIVIA...



OLIVIA DE HAVILLAND, acaba de completar o seu 100º aniversário e não deverá haver centenária mais bela à superfície da Terra...Como comenta o Valdemar, que mandou a dica, reaviva as nossas saudades do Eden-Park, em cuja pantalha a admirávamos com feliz frequência...Parabens, bela Olivia!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

[9129] - EXPOSIÇÃO DE PINTURA...

EXPOSIÇÃO EM LX-FACTORY 27/4 a 15/5

Cartografias, mesmo!

Ao que parece, terá sido Manuel Francisco Carvalhosa, 2.º visconde de Santarém, a inventar a palavra "cartografia" – ou, pelo menos, a dar-lhe significado preciso, lá por meados do século XIX. De qualquer modo, cartas/mapas foram coisas de mar e terra desde cedo muito coisa de portugueses, ajudando em navegações difíceis e explorações terrestres não menos complicadas. E, como agora vemos, de igual modo caras a Teresa Ribeiro…

É que, quem tem vindo a acompanhar a obra da artista, é inevitavelmente levado a verificar que, de facto, de cartografias ela é feita. Na realidade, tanto a série "Movimento dos Sons" (1993), como a de "Paisagens matéricas" (1999) e a de "Espírito da Matéria" (2002) – talvez as mais significativas neste particular cadastral geográfico –, se apresentam (até pelas designações) como registos bem definidos, nas suas latitudes e longitudes mentais de espaços, signos, essência pictórica, geometrias e volumes, ideários e sensações. 

Sim, sensações, aquilo que em princípio se procura ao observar uma obra de arte. E que nesta série elaborada desde 2012 até agora nos surgem eivadas de dramatismo – já que, por azar do destino, são mostradas num tempo incompreensível de desprezo pela vida humana, em que rios de sangue escorrem para o nosso quotidiano, pontuando uma cartografia que compreende topónimos como Nova Iorque, Columbine, Utoya, Paris, Bruxelas… 

Enfim, a artista não o terá procurado conscientemente e pode parecer abusivo o palavreado de quem lhe apresenta a mostra. Mas nestes dias é quase inevitável a associação, pela violência das manchas vermelhas que Teresa Ribeiro coloca nos suportes, no entanto em contraste com mares de calmaria azul. Por outro lado, sublinha os seus mapas com o esgrafitado nervoso que de há muito lhe marca a obra e imaginárias manchas de névoa. Algumas peças são até rasgadas por meridianos e paralelos que dão enquadramento aos territórios pictóricos que se pretende cartografar, disciplinada ou aleatoriamente. 

Digamos que com este conjunto de massas coloridas e caligrafias abstractas, as cartas com que Teresa mapeia o espaço se tornam parte da nossa geografia pessoal e colectiva, do nosso atlas humano de seres complexos e diversos, de inúmeras vivências definidas por múltiplas coordenadas e outros tantos azimutes. Porque não somos de um único ponto, de um único pólo, de um único continente. Por isso, também, esta exposição se torna tão fascinante.

Joaquim Saial



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

[8896] - VISÃO PERIFÉRICA...


VEJA, EM VISÃO PERIFÉRICA, UMA MÃO-CHEIA
DE EXTRAORDINÁRIAS ESCULTURAS ARBÓREAS...


www.zitovisao.blogspot.com

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

sexta-feira, 27 de março de 2015

[7940] - PARA COMER...COM OS OLHOS!...


É antiga a frase "os olhos também comem" mas, com apresentações deste tipo, haverá quem prefira fazer jejum...

Mais "obras de arte" do género no blogue
VISÃO PERIFÉRICA
www.zitovisao.blogspot.com

domingo, 15 de março de 2015

[7905] - A MAGIA DO VIDRO...


AUTÊNTICAS OBRAS DE ARTE EM VIDRO COLORIDO...

Mais exemplares destas peças únicas
da autoria do Mestre Vidreiro Robert Mickelson
no Bloque
VISÃO PERIFÉRICA
zitovisao.blogspot.com

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

[7805] - O SOM DE HUMBERTONA...


Como devem ter reparado, o som de fundo do "Arrozcatum" mudou...Depois do Bana, ouvem-se, agora, as notas inconfundíveis do violão de Humbertona, um "virtuose" que considero um dos maiores executantes cabo-verdianos de todos os tempos! Obrigado, Humbertona, velho amigo!