Há
ou “Ah!” ?Verbo ou interjeição?
Eu
gosto do verbo!
Dá
noção de Existência, Vida, Amizade,
Conforto, Beleza, de Amor e outros alentos como tais.
Mas....
e o “Ah!” ? Não há igual! Para mim é o espanto que nos faz viver e não o vejam
como lamento (segundo o dicionário também serve para exprimir tal. Risquem!).
Viver
na exaltação dos que criaram e dos que criam!
Surpresa
de um nascimento, de um braça inesperado, de uma lágrima sentida.
Olhar
para um Almada, ler um Pessoa, ouvir um Chopin (um dia o Zito-pura verdade!- eu
ainda puto, disse-me que se pronuncia "Cópin" e não como o comum dos
mortais pronuncia. Um grande “Ah!” para mim! O homem era polaco e não francês.
Nasceu na Polónia de um francês com ascendência polaca, mas era Polaco! Ah!)
genera-nos espantos que nos tiram da apatia, inércia, ignorância e outros
tormentos que tais.
Haverão “Ah!s” suficientes em cada um de nós? Olhemos para este blog, para os Amigos, para as nossas Crianças, para os nossos Ascendentes (presentes e AUSENTES) e veremos motivos para o espanto inebriante.
Aquele
que vos escreve exterioriza o que o atormenta pela antítese. Se não
conseguirmos melhor.... que nos "antitesemos"!
Braça
de um angolano!
António
Rebelo