Pouco se sabia sobre o número e a identidade das vítimas do desastre aéreo ocorrido nas imediações da cidade...Thomas andava de cabeça perdida sem saber o que poderia ter acontecido à mulher Rosemary, aero-moça que fazia parte da tripulação daquele voo...Ansioso, interpelava policias, bombeiros, médicos, enfermeiros mas, claro, ninguém parecia poder ajudá-lo...Thomas sentia-se culpado por não ter concordado com a mulher, quando ela, meses antes, tinha mostrado desejos de abandonar a Companhia Aérea onde voava há mais de quinze anos...Ainda por cima, não conseguia lembrar-se da ultima vez que tinha sido carinhoso com ela, o que mais aumentava a sua dor e o penalizava tanto ou mais do que o receio de que tivesse perecido...
Esta cena, de um filme vulgar que esta tarde vi na TV fez-me dar conta que não devemos esperar por momentos ditos especiais para sermos amáveis e carinhosos para com quem amamos: isso devem ser hábitos de todos os momentos para, um dia, não sermos assaltados pelos sentimentos de culpa que se abateram sobre o pobre Thomas...

Aeromoça, aeromoça, aeromoça... então a pequena era da VARIG! Mas isso era diazá... Se o filme é de agora, seria da TAM, da GOL, da AZUL ou da AVIANCA?
ResponderEliminarBraça por cima das nuvens,
Djack
O FILME ERA AMERICANO E O VOO SÓ TINHA UM NUMERO DE REFERENCIA...
ResponderEliminarA MORAL DA HISTÓRIA É OUTRA!
Optimo aviso para o principio do ano.
ResponderEliminarÉ isso, Val,,,Infelizmente, a gente só costuma lembrar-se de Santa Bárbara quando troveja...
ResponderEliminarO Zito tem toda a razão ao presentar-nos com esta mensagem. Perdemo-nos constantemente no labirinto das coisas vagas e supérfluas e esquecemos o essencial da nossa humanidade. Sinal dos tempos? Talvez, mas a verdade contida nesta mensagem é intemporal, se bem que em épocas recuadas, quando não havia televisão, net, Ipad, cinema, e outras distracções, sobrava mais tempo para sermos nós próprios. É complicado ter de reconhecer que o progresso muitas vezes tende a diluir o essencial da nossa humanidade, mas é verdade.
ResponderEliminarCreio que nos tornámos mais egoístas do que o recomendável, demasiado sobranceiros, muito tecnocratas, quase robotizados e, por isso, desalmados...Sentir é um luxo cada vez mais em desuso!
ResponderEliminarPasso para deixar afagos, abraços e beijos e paea dizer que ve-los aqui faz o meu dia muito melhor
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