sexta-feira, 5 de setembro de 2014

[7359] - SAUDAÇÃO...


Frente a uma das belíssimas portas do Palácio da Independência, em Lisboa, no dealbar da "cimeira" bloguista que há dias reuniu as gerências dos Blogues Esquina do Tempo e Praia de Bote, o amigo Djack fixou a imagem do Prof. Brito-Semedo, mui ilustre docente (e não só), da Universidade de Cabo Verde, bloguista de alta estirpe e mindelense dos sete costados, como nós...
Não nos foi de todo possível estar presente aos eventos desta data histórica,  mas não deixámos de ser contemplados pela amabilidade da simpática pessoa deste insigne académico, aguardando a chegada, a todo o  momento, de uma bela duma embalagem de Atum Canório, coroa de glória de S. Nicolau, ex-libris de Cabo Verde, iguaria única,  digna dos mais requintados petiscos "gourmet", de aquém e de além culinária universal...
Obrigado, professor: o meu palato vai, decerto, deliciar-se com o manjar, ao nível da minha enorme gratidão e da minha particular estima...

6 comentários:

  1. É pena não saber da estadia por cá do Dr Brito Semedo... Teria muito prazer de o cumprimentar e conhecer pessoalmente ... E, já agora, trazer o ultimo livro de sua autoria, onde incluía cronicas da Radio Barlavento , por mim enviadas ao "Esquina, e que muito gentilmente pediu a minha morada ( e telefone) para me enviar um exemplar autografado! Certamente com tanta "lembrança pâ amigue " squecè de mim! Eu, não me esqueço de o ler com todo o prazer no "mindelense blogue"!

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  2. Acabo de saber que o atum voador lançado ontem por correio verde aqui das terras almadenses, feito parvo, deve ter visto alguma atuna perdida no Tejo e não cumpriu a sua obrigação de estar em Queluz a horas. Esperemos por segunda-feira, pois o namoro deve prolongar-se pelo fim-de-semana e só nesse dia o Arroz deve ferrar o dente nele.

    Entretanto, recomendo ao Atum que vá lá abaixo à loja do chinês Fung Li comprar um balde de plástico para recolher a saliva.

    Braça esperante,
    Djack

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  3. Justas e merecidas são estas palavras do Zito.

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  4. Imaginem que, quando sai de Chã de Cemitério esse menino andava pelos seus 3, 4 anos...

    Para o conhecer pessoalmente e também por outras razões, gostaria de estar na Capital pois sou seu amigo e admirador como fui admirador da sua Mamã quando andávamos pêlos 15, 17 anos quando ainda não se namorava mas "intchàva-se o toque", espreitava-se pelos movimentos e faziam-se trabalhar os miolos. Era (só) assim mas construimos capítulos da história da nossa adolescência de muito respeito em S.Vicente. Só que apareceu um badiu mais esperto que lançou o distúrbio no nosso grupo não tendo levado uma cacada de pedra porque intercedi para apaziguar os ânimos do mais novo entre nós que ainda tresandava a leite mas já sentia a coisa que chamamos ciùme.

    Boa estadia ao amigo Professor e bom proveito de férias ulissipianas.

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