terça-feira, 1 de setembro de 2015

[8435] - O FRED JÁ LÁ VAI...


Ventos fortes, chuva abundante, ondas alterosas, a Tempestade Tropical Fred, depois Furacão e agora, de novo, Tempestade, mas diminuindo de fúria e deslocando-se a cerca de 20 km/hora para oeste, passou por Cabo Verde e deixou um rasto de árvores caídas, inundações, pontões destruídos tudo, num cenário que, felizmente, não atingiu as dimensões que se poderiam temer de uma Tempestade-Furacão...
Não se registaram, que se saiba, desastres pessoais e os estragos certamente que terão resposta eficiente e rápida por parte das entidades responsáveis, no sentido de repor as condições pré-Fred...
De registar que, segundo parece, esta é a primeira Tempestade Tropical ou Furacão a visitar o Arquipélago desde 1892...Aínda bem pois, pela lógica, a próxima só aparecerá lá para o ano de 2138!
Entretanto, "good-bye, Fred!"

6 comentários:

  1. Tudo acabou mais ou menos bem. Nada de mortos ou feridos, alguns estragos mas nada de realmente trágico. Antes assim.

    Braça com satisfação,
    Djack

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  2. Ainda bem, ainda bem. O Fred que vá agora sapatear no meio do Atlântico.
    Obrigado pela notícia, Zito.

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  3. Olá Zito Amigo

    Desde que anunciaram a "visita" do Fred a Cabo Verde que esperei as noticias com bastante apreensão. Estes fenómenos deixam sempre marcas, por vezes bem dolorosas. Ainda bem que este não foi assim tão terrível como se receava, e que já partiu. Que siga e se desfaça, sem produzir mais estragos.

    Costumam dar-lhes nomes femininos, este foje ao habitual, tem nome masculino; "se calhar por isso, não quis ficar na história como mauzão."

    Abraço, e bom dia.
    Dilita

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  4. Não tarda, alguém comporá uma morna em honra do Fred, assim do género:

    Fred sabia que nôs pove ê sufrid
    Por isso ele condoê de nôs destine
    E brandá sê violença
    Saná nôs c’um lence bronc
    Passá na lorgue
    E regá nôs ilha

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  5. Adriano tiveste uma boa ideia com este poema. Manda ao Luiz que arranja compositor

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  6. Não consta, na já longa historia da humanidade, que alguem tenha, alguma vez, dedicado um poema jubiloso a uma tempestade tropical...Será que, finalmente, os deuses vão começar a olhar os flagelados do vento leste com outros olhos?!
    Bastava uma chuvinha, na hora certa, todos os anos...Será pedir muito, meu Deus?!

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