sexta-feira, 27 de novembro de 2015

[8690] - BOAS-FESTAS COM ARTE...


Não tem identificação de autoria mas tudo leva a crer que seja obra da Foto Melo e a composição tanto pode ser do Papim como
do Djessa...Aliás, sem computador, não deve ter sido fácil, há 61 anos, completar com sucesso tal trabalho, que deve ter consumido, decerto, imensas horas de aturado labor e muita técnica!
A foto deste postal, sem quaisquer retoques, foi-nos remetida pelo amigo Artur Mendes, "m'nine de soncente" dos sete costados... 


5 comentários:

  1. Bem, o postal não está completo, pois aqui no Arrozcatum foi-lhe cortada a parte esquerda (lá terá o Zito pensado que era uma posta do saboroso peixe para o jantar) - e acho que não adiantaria grande coisa vê-la, pois a parte que falta estava em branco. Quanto ao verso, deve ter um carimbo que na minha versão está algo ilegível. Ser da Foto Melo, não é impossível, mas a casa teve vários carimbos e aquele que eu conheço no verso desta imagem não é nenhum desses. Por fim, não se trata de um postal ilustrado mas de uma engenhosa foto que faz as vezes do dito. Na versão do Pd'B, uma senhora de nome Fernanda escreve a uma Maria Luísa, esposa de um capitão e a data é de 12 de Dezembro de 1953.

    Braça sem resultados (ou quase),
    Djack

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  2. Calculo o trabalho que dava nessa altura produzir este tipo de habilidade. Hoje é canja.

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  3. Se o "Arrozcatum" cortou a parte esquerda... pensando que era uma posta de atum é lá com ele, e oxalá faça um bom arrozim! ( em pensamento
    A Foto que enviei tinha palavrinhas escritas no lado esquerdo!

    Há mais...

    Saudações natalícias.

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  4. Se este é o mesmo "postal/foto" que o Pd'B tem, a posta de atum comida pelo "Arroz com ele", tinha duas linhas escritas que diziam, a tinta permanente (conversa da D. Fernanda):

    "Uma vista da baía de S. Vicente
    Repare que cada letra tem uma vista."

    Não se admite, não se admite que o Arroz corte o Atum.

    Braça com facalhão,
    Djack

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  5. O pessoal antigamente fazia de tripas coração. Com os meios da época saia isso. O que era mais importante era a mensagem e o conteúdo. Hoje o virtual e passageiro conta mais

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