quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

[8834] - O TESTE DA BANHEIRA...

“Conta a história que, há já muitos anos,  numa visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao director:
– Qual é o critério usado para saber quem precisa ser internado aqui?

O Director respondeu:

– Nós enchemos uma banheira com água e entregamos ao suposto doente uma colher, um copo e um balde. Depois pedimos que ele esvazie a banheira. De acordo com sua decisão em como esvaziar a banheira, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
– Percebi– disse o visitante – uma pessoa normal certamente usaria o balde, que é maior que o copo e a colher, correto?
– Não – respondeu o director – uma pessoa normal tirava a tampa do ralo... O que prefere: quarto particular ou enfermaria?”

Tu também escolherias o balde, não é?!
Todos os dias somos confrontados com a necessidade da tomada de decisões com base nos factos que nos apresentam ( balde, colher e copo),  e em função deles, decidimos. Acabamos por esquecer que existia outra solução, ou outras, mais assertivas.
A Vida está cheia de opções, precisamos de estar atentos e alerta para as compreendermos.Não podemos deixar que as opções apresentadas pelos outros, condicionem as nossas decisões.Sempre que precisares de tomar uma decisão, abre o teu coração e aumenta a tua visão, procura novas opções.
Procura ser criativo sempre que tiveres de decidir,  e transforma esses momentos em desafios criativos.
Vai estar um dia magnífico... Diverte-te!

Pesquisa - Adriano M. Lima


5 comentários:

  1. Isto é uma verdade incontestável. Tenho de confessar que me cingi apenas às 3 hipóteses colocadas. Não pensei no ralo.

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    1. E acredito que o mesmo aconteça a 99,99% dos confrontados com a situação!

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  2. O bom da vida é este infinito de possibilidades se contrapondo ao nosso olhar finito e mal acostumado!

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  3. É aquilo que muitas vezes se classifica de "preguiça mental"

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  4. Âs vezes somos apanhados com pequenas coisas. Mas vou alongar a brincadeira com outro contto.
    Um inspector pergunta ao director de um manicômio o que fazia a pessoa, de pé à sua tràs.
    - Ê um doente que se diz candeeiro.
    - E porque não o manda embora.
    - Porque se ele for, fico sem luz

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