quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

[8884] - O "HOMO-ATLANTICUS"...

MANIFESTO ATLÂNTISTA 

Cabo Verde atlantista no atlântico!

A identidade verdadeira do cidadão cabo-verdiano é a -identidade atlântica- em Cabo Verde atlântista. A atlânticidade é uma dávida para Cabo Verde. Cabo Verde geograficamente (Geografia) pertence a Macaronésia (Cabo Verde, Canárias, Madeira, Açores), grupo de ilhas do atlântico Norte. E ainda, em termos puramente geográficos Cabo Verde está FORA-LONGE e ao LADO da África. Assim, sendo Cabo Verde é atlantista porque está localizado, situado no atlântico.

Cabo Verde NUNCA foi colonizado por Portugal! Mas, sim o que verdadeiramente aconteceu em Cabo Verde foi POVOAMENTO. Quando, os portugueses chegaram no dia 1 de Abril de 1460 a Cabo Verde não existia ninguém a habitar, a viver e a morar em Cabo Verde. Logo, NÃO HOUVE colonização mas sim o que houve em Cabo Verde foi povoamento e administração (ADMINISTRAÇÃO) portuguesa. Cabo Verde foi habitado, Cabo Verde foi povoado, Cabo Verde foi construído por Portugal de raiz. Dai, a diferencialidade de Cabo Verde de e com toda a África. Por isso Cabo Verde é diferente de toda a África. Cabo Verde, foi povoado com 3 (três) raças de povos (Europeus-Judeus-Africanos) durante o regime monárquico das monarquias-casas reinantes de Portugal. Em, Cabo Verde e Portugal, desde 1460 que os cidadãos eram súbitos da sua majestade o Rei, e prestavam vassalagem ao Rei, de então. À Cabo Verde, primeiro chegaram os cidadãos europeus (portugueses), em segundo lugar os cidadãos africanos e em terceiro lugar os cidadãos Judeus vindos de Gibraltar e Europa. Só, derivado ao facto de Cabo Verde, ser e ter sido uma sociedade-comunidade e nação CRISTÃ (Católica, Protestante-Nazarena, Adventista) fez com que os Africanos, que chegaram a Cabo Verde terem auto convertidos ao Cristianismo! Os africanos após a sua conversão ao cristianismo tornaram-se crioulos de Cabo Verde. Há, 400 anos, mais precisamente quatro séculos que Cabo Verde não têm escravos, após a chegada dos africanos da África, estes mesmos africanos foram ocupando terras nas aldeias perdidas da Ilha de Santiago, e trabalhavam para os proprietários europeus os donos da terra. A partir, de 1560 (passados 100 anos após o inicio do povoamento de Cabo Verde) fruto do cristianismo deu-se a MISCEGENIZAÇÃO= (brancos e negros autorelacionavam e procriavam) na sociedade cabo-verdiana em que o homem branco, o homem negro tinha a sua amada-amante e de seguida a esposa negra e vice-versa. Dai, surgiu a existência de um homem novo cabo-verdiano o crioulo cabo-verdiano que é um “Afrodescendente” e não é um africano. Tal como, as comunidades afrodescendentes da América e do Caribe, Antilhas, em que países como o Haiti – República Dominicana-Brasil-USA-Canadá, Suriname-Jamaica os cidadãos Negros no continente Americano (Haiti – República Dominicana-Brasil-USA-Canadá-Suriname-Jamaica) não são considerados africanos, mas sim são autodesignados de afrodescendentes também os cidadãos cabo-verdianos são afrodescendentes. Não faz sentido falar em raças num país onde a miscigenação é a razão de ser e a sua maior riqueza. Também não faz sentido falar em africanidade em Cabo Verde. A maioria dos Caboverdianos não se identifica com Africa. Aqui é-se mestiço, é-se cristão, fala-se crioulo e português. Nada a ver com os países vizinhos, com Africa, como a vemos. Aliás, basta ir a Dakar. Os países vizinhos tem regimes políticos atrozes e sofrem com tribalismos e guerras entre etnias. Nada disso se passa em Cabo Verde atlantista, país de paz e harmonia. Agora, não esqueçamos o básico: o crioulo é produto do senhor branco e do negro em harmonia racial cristã. A língua crioula (o mais antigo dos vários crioulos existentes) tem por base em 90% o português arcaico. Há, 400 anos quatro séculos que os cabo-verdianos, perderam toda a sua ligação umbilical para com a África, em que hoje em dia nenhum cidadão cabo-verdiano consegue identificar a sua origem tribal-étnica africana ( Bantu-Hutus-Papel-Tutsis-Mandingas etc, etc, etc) lá em África. Os cabo-verdianos tornaram-se sim cidadãos AFRODESCENDENTES.

Não obstante a notória miscigenação em Cabo Verde, a mesma ocorre também porque os europeus e judeus em Cabo Verde criaram descendência direta em que os próprios europeus e judeus tiveram filhos dentro da sua estrutura racial. Sendo, assim em Cabo Verde não houve violência racial e nem violação de escravas por parte de cidadãos brancos (europeus e judeus) para a procriação. O homem mestiço-mulato cabo-verdiano é um ser de harmonia social de cujo, o produto é as relações amorosas-sexuais que existem em qualquer sociedade. Dai, em Cabo Verde não existirem traumas sociais e violências raciais. O negro cabo-verdiano procria com o negro. Os mestiços e mulatos cabo-verdianos idem procriam entre si, tornando a sociedade cabo-verdiana multicuturalizada, multiracializada e um autêntico meltinpot.    

Quanto, às ILHAS de Cabo Verde tiveram um povoamento distinto em que no SUL- (Brava e Fogo) os europeus foram os povoadores, no Nordeste (São Vicente, Santo Antão, São Nicolau-Sal- Boavista) os Judeus e Europeus-Ingleses-Franceses-Portugueses etc.. foram os que na sua maioria habitavam as Ilhas do Nordeste e com posterior estabelecimento de Negros que deslocaram de Santiago e Maio para estas ilhas. Em, Cabo Verde 70% da população é mestiça\mulata, 10 % da população de Cabo Verde é Branca e 20% da população de Cabo Verde é negra-afrodescendente. Cabo Verde é MISCEGENIZAÇÃO= (brancos e negros e judeus) ou seja o melting pot da humanidade, Cabo Verde não é Africa, temos com Caraíbas a mesma história. Portanto temos que reclamar a nossa pertença como nação atlântica identitária. Cabo Verde, na sua Geografia, História, Sociologia e Antropologia é atlântica. Esta, é a “História” verdadeira deste povo atlântico cabo-verdiano que antropologicamente é Nobre-Culta-Elitista e Distinta.

Os cidadãos CABOVERDEANOS têm também a Genealogia familiar e racial de ascendência Judaica e Europeia (França-Itália-Alemanha-Inglaterra-Espanha-Bélgica e Portugal)!  
Aqui, estão a lista de 339 APELIDOS de famílias cabo-verdianas de e com raça-sangue judaica e europeia. 
Cidadãos cabo-verdianos vós sois nobres, vós sois distintos, vós sois cultos!

1 Família Anahory, 2 Família Além, 3 Família Bordja, 4 Família Viúla, 5 Família Timas, 6 Família Ápolo, 7 Família Benholiel, 8 Família Cohen, 9 Família Chantre, 10 Família Levy, 11 Família Bentubo, 12 Família Brigham, 13 Família Ben David, 14 Família Benrós, 15 Família Leboucher, 16 Família St Aubyn, 17 Família Soulé, 18 Família Abu Raya, 19 Família Ben Hur, 20 Família Benchimol, 21 Família Lubrano, 22 Família Rocheteau, 23 Família Handem, 24 Família Horta, 25 Família Sança, 26 Família Hamelberg, 27 Família Freitas, 28 Família Bettencourt, 29 Família Dupret, 30 Família Spencer, 31 Família Marques, 32 Família Amado, 33 Família Estrela, 34 Família Ludgero, 35 Família Rendall, 36 Família Rivera, 37 Família Koenig, 38 Família Barber, 39 Família Coutinho, 40 Família Melo, 41 Família Spínola, 42 Família Leite, 43 Família Dantas, 44 Família Maurício, 45 Família Livramento, 46 Família Freire, 47 Família Mascarenhas, 48 Família Delgado, 49 Família Moreno, 50 Família Castro, 51 Família Anjos, 52 Família Querido, 53 Família Mota, 54 Família Sabino, 55 Família Morais, 56 Família Camacho, 57 Família Vasconcelos, 58 Família Leitão, 59 Família Nobre, 60 Família Machado, 61 Família Moura, 62 Família Medina, 63 Família Rosário, 64 Família Linhares, 65 Família Robalo, 66 Família Pimentel, 67 Família Schofield, 68 Família Widmer, 69 Família Carreira, 70 Família Moniz, 71 Família Quirino, 72 Família Landim, 73 Família Sena, 74 Família Brandão, 75 Família Silos, 76 Família Lélis, 77 Família Mões, 78 Família Sá Nogueira, 79 Família Salazar, 80 Família Ferro, 81 Família Curado, 82 Família Tolentino, 83 Família Caldeira, 84 Família Barradas, 85 Família Salomão, 86 Família Castanheira, 87 Família Sequeira, 88 Família Verona, 89 Família Leal, 90 Família Canto, 91 Família Vera Cruz, 92 Família Macedo, 93 Família Brazão, 94 Família Lomba, 95 Família Monroy, 96 Família Faria, 97 Família Pinheiro, 98 Família Mariano, 99 Família Romualdo, 100 Família Lizardo, 101 Família Marçal, 102 Família Alfama, 103 Família Rezende, 104 Família Modesto, 105 Família Baessa, 106 Família Mosso, 107 Família Belchior, 108 Família Ortet, 109 Família Velhinho, 110 Família Melício, 111 Família Mesquitela, 112 Família Canuto, 113 Família Montrond, 114 Família Vicente, 115 Família Paris, 116 Família Lisboa, 117 Família Dores, 118 Família Paiva, 119 Família Assunção, 120 Família Paixão, 121 Família Xavier, 122 Família Espirito Santo, 123 Família Gibau, 124 Família Fidalgo, 125 Família Deus, 126 Família Centeio, 127 Família Asenção, 128 Família Valadares, 129 Família Faustino, 130 Família Passos, 131 Família Silveira 132 Família Anes 133 Família Maximiniano 134 Família Agues, 135 Família Saad, 136 Família Amante, 137 Família Rosa, 138 Família Nascimento, 139 Família Azevedo, 140 Família Garcia 141 Família Burgo, 142 Família Amarante, 143 Família Jardim, 144 Família Castelo Branco, 145 Família Carvalho, 146 Família Pinto, 147 Família Figueira, 148 Família Sapinho, 149 Família Cardoso, 150 Família Jesus, 151 Família Carrilho, 152 Família Simas, 153 Família Matos, 154 Família Quintino, 155 Família Craveiro 156 Família Zego, 157 Família Novais, 158 Família Moeda, 159 Família Figueiredo, 160 Família Salomão, 161 Família Aguiar, 162 Família Carvalhal, 163 Família Colito, 164 Família Benjamim, 165 Família Palavra, 166 Família Dongo, 167 Família Bosco, 168 Família Português, 169 Família França, 170 Família Segredo, 171 Família Tomar, 172 Família Teque, 173 Família Valcorba, 174 Família Carmo, 175 Família Alvarenga, 176 Família Alinho, 177 Família Aleixo, 178 Família Fragoso, 179 Família Morazzo, 180 Família Mesquita, 181 Família Camões, 182 Família Vinícula, 183 Família Dom, 184 Família Santiago, 185 Família Parente, 186 Família Vieira, 187 Família Braga, 188 Família Horta, 189 Família Mendonça, 190 Família Loff, 191 Família Custódio, 192 Família Saldanha, 193 Família Claridosa, 194 Família Romano, 195 Família Galina, 196 Família Alcântara, 197 Família Souto, 198 Família Rosado, 199 Família Salgado 200 Família Évora, 201 Família Reis, 202 Família Dias, 203 Família Garcia, 204 Família Meneses, 205 Família Advino, 206 Família Evangelista, 207 Família Baptista, 208 Família Silves, 209 Família Madeira, 210 Família Cordeiro, 211 Família Coronel, 212 Família Mett, 213 Família Cupertino 214 Família Dilúvio, 215 Família Nazoliny, 216 Família Férrer, 217 Família Galvão, 218 Família Bento, 219 Família Piloto, 220 Família Prado, 221 Família Letria, 222 Família Gominho, 223 Família Queijas, 224 Família Queirós, 225 Família Cansado, 226 Família Leão, 227 Família Magno, 228 Família Fialho, 229 Família Almada, 230 Família Raimundo, 231 Família Schacht, 232 Família Hopffer 233 Família Motta, 234 Família Wanhon, 235 Família Calazans, 236 Família Zacarias, 237 Família Barcelos, 238 Família Leger, 239 Família Morbey, 240 Família Cavaco, 241 Família Barreto, 242 Família Frederico, 243 Família Fermino, 244 Família Dono, 245 Família Bilac, 246 Família Miranda, 247 Família Couto, 248 Família Vincenzo, 249 Família Nogueira, 250 Família Gonzaga, 251 Família Napoleão, 252 Família Areal, 253 Família Luz, 254 Família Bonifácio, 255 Família Balla, 256 Família Câncio 257 Família Lucas, 258 Família Inocêncio, 259 Família Piedade, 260 Família Monte, 261 Família Candeia, 262 Família Natividade, 263 Família Campos, 264 Família Cid, 265 Família Roque, 266 Família Delacth, 267 Família Camilo, 268 Família Afonseca, 269 Família Alves, 270 Família Lobo, 271 Família Coelho, 272 Família Pacheco, 273 Família Pio, 274 Família Trigueiros, 275 Família Araújo, 276 Família Mello, 277 Família Baía, 278 Família Juff, 279 Família Vezo, 280 Família Mestre, 281 Família Ramalho, 282 Família Pascoal, 283 Família Ganeto, 289 Família Nunes, 290 Família Francês, 291 Família Gothe, 292 Família Rebelo, 293 Família Gemié, 294 Família Batalha, 295 Família Socorro, 296 Família Cabaço, 297 Família Amaral, 298 Família Paiva, 299 Família Cunha, 300 Família Jenner, 301 Família Meireles, 302 Família Amador, 303 Família Damasceno, 304 Família Ben Hare, 305 Família Soifer, 306 Família Benoni, 307 Família Baleno, 308 Família Faial, 309 Família Pusich, 310 Família Marta, 311 Família Serra, 312 Família Barata, 313 Família Feyo, 314 Família Pontes, 315 Família Osório Taborda, 316 Família Ohne, 317 Família Frusoni, 318 Família Stau, 319 Família Tancredo, 320 Família Franco, 321 Família Cosmo, 322 Família Caldas, 323 Família Letria, 324 Família Carneiro, 325 Família Santa Rita, 326 Família Gamboa, 327 Família Mesquita, 328 Família Arteaga, 329 Família Azancot, 330 Família Onofre, 331 Família Pacheco, 332 Família Meireles, 333 Família Sameiro, 334 Família Prado, 335 Família Louro, 336 Família Felicidade, 337Família Cortez, 338 Família Rangel, 339 Família Viterbo 

51 Famílias de origem AFRODESCENTES e Portuguesa-Cabo-verdiana-Atlântica:  
1 Família MONTEIRO 2 Família ALVES 3 Família BRITO 4 Família FONSECA 5 Família SANTOS 6 Família LOPES 7 Família SILVA 8 Família SINTRA 9 Família ROCHA 10 Família FERREIRA 11 Família LIMA 12 Família SEMEDO 13 Família MARTINS 14 Família NEVES 15 Família OLIVEIRA 16 Família SOUSA 17 Família RODRIGUES 18 Família BARBOSA 19 Família ALMEIDA 20 Família ROSARIO 21 Família FIQUEIREDO 22 Família GOMES 23 Família ARAÚJO 24 Família RAMOS 25 Família FORTES 26 Família SOARES 27 Família TAVARES 28 Família CORREIA 29 Família DUARTE 30 Família PINA 31 Família BORGES 32 Família PEREIRA 33 Família SOARES 34 Família RIBEIRO 35 Família MENDES 36 Família GONÇALVES 37 Família SANCHES 38 Família PIRES 39 Família TEIXEIRA 40 Família FURTADO 41 Família MIRANDA 42 Família FERNANDES 43 Família ANTUNES 44 Família MOREIRA 45 Família RAMOS 46 Família VIEIRA 47 Família GRAÇA 48 Família BARROS 49 Família COSTA 50 Família ANDRADE 51 Família TORRES. - (Pedro Casimiro Santos)

N.E. - Não garantimos a exactidão ortográfica do "Homo-Atlanticus" mas, mesmo que não esteja correcta, os nossos visitantes decerto que compreenderão a ideia da versão latina...

5 comentários:

  1. O texto é polémico mais uma acha à fogueira do debate que inflamou os medias caboverdianos sobre a identidade cabo-verdiana.
    É claro que rompe com a concepção africanista em voga em Cabo Verde e é mais uma réplica ao artigo do público.
    Para provar a sua tese da crioulidade e da atlanticidade de Cabo Verde Pedro Casimiro Dias Pedro anexa uma longa, extensa mas não exaustiva lista de nomes de famílais de origem Judaica e Europeia (França-Itália-Alemanha-Inglaterra-Espanha-Bélgica e Portugal) (não incluiu indianos japoneses chineses árabes etc) que se instalaram em Cabo verde e que deixaram o seu sangue e os seus nomes gravados pelas descendências.
    A lista é impresssionante e tira todas as dúvidas sobre a identidade cabo-verdiana. A herança judaica em Cabo Verde, nomeadamente na ilha de S. Antão, é por demais evidente e está longe de ser estudada e inventariada.
    De resto os primeiros colonos de Cabo Verde (Sec XV) eram os denominados Lançados, essencialmente judeus, que exerciam a sua influência durante mais de um século (em negócios, tráficos) sobre toda a costa ocidental africana a partir da Cidade Velha de Cabo Verde.
    O que já escrevi sobre esta matéria, o meu pensamento está patente nos dois artigos recem-publicados, pelo que não vou comentar este texto neste momento, deixo isso eventualmente aos comentários do leitores.

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  2. Exactamente, o texto poderá polémico. Mas poderá ser também uma das finalidades dele. Lançar discussão e outra luz sobre as origens do povo das ilhas e da nossa condição bem mestiça. Achei muito interessante, o levantamento feito pelo autor dos patronímicos ancestrais das famílias das ilhas. Ainda que estejam em falta alguns bem significativos, bem lembrados aqui pelo Adriano. Valeu o trabalho demonstrativo de que o texto é portador e assim evitar uma visão eivada em pan-africanismos emocionais, sem conhecimentos, redutor e falso com que alguns querem envolver as gentes das ilhas.

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  3. Ondina, foi o José que o disse, eu só agora apareço aqui.
    É a geologia que demonstra que Cabo Verde não está na plataforma continental, mas sim naquela erupção que veio das entranhas da terra deu origem às ilhas da chamada Macaronésia (conforme o Wikipédia, designa os vários grupos de ilhas no Atlântico Norte, perto da Europa e da África, e mais uma extensa faixa costeira do Noroeste da África, fronteira a esses grupos de ilhas, que se estende desde Marrocos até ao Senegal).
    Se as nossas ilhas fossem ricas e tivessem atraído a fixação de uma maior percentagem de povos não africanos, este problema da identidade talvez hoje não se colocasse, do mesmo modo que não se coloca para as outras ilhas do mesmo grupo atlântico. No fundo, somos o que somos e como nos sentimos. Os que quiserem ir para o continente para se sentirem 100% africanos têm sempre a porta aberta. De resto, esta música do Travadinha (fundo musical do blogue)diz bem da nossa alma. Escutem-na.

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  4. As minhas desculpas, Adriano!. O seu a seu dono... "bem lembrados aqui por José Fortes Lopes...seria o correcto.
    Gostei do levantamento feito no texto. Bom trabalho de pesquisa.
    Abraços
    Ondina

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  5. “Presença dos Judeus em Cabo Verde” lançado na Praia
    A historiadora Cláudia Correia fez sexta-feira, na cidade da Praia, o lançamento do seu livro “Presença dos Judeus em Cabo Verde - Inventariação da Documentação do Arquivo Nacional de Cabo Verde (1840-1927)".
    Segundo a autora, este livro é fruto de uma pesquisa documental que fez no Arquivo Nacional, no sentido de mostrar que realmente houve presença dos judeus em Cabo Verde.
    “A minha investigação não se centrou apenas nas documentações", contou.
    Com o livro, Cláudia Correia disse que pretende dar a sua contribuição na matéria, para que outras pessoas possam prosseguir as suas investigações.
    “Na minha investigação procurei mostrar que os judeus estiveram em Cabo Verde, vindos essencialmente da Espanha, Inglaterra, Gibraltar que passaram para África do Norte e alguns de Portugal", explicou.
    Para a apresentadora da obra, Iva Cabra, a obra é um trabalho importante e pioneiro que permitirá aos estudiosos do tema escrever as suas teses de licenciatura, doutoramento, mestrado e elaborar uma bibliografia colectiva.
    “Lendo este livro ficamos com uma visão de quem foram homens e mulheres que largaram as suas terras, Espanha, Portugal, Inglaterra e Gibraltar que instalaram neste arquipélago”, sublinhou.

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