sexta-feira, 29 de abril de 2016

[9173] - EM GUERRA HÁ MAIS DE 5.000 ANOS...


Crê-se que o primeiro grande confronto bélico da história da humanidade remonte a mais de 2.700 anos A.C. Mas, as mais antigas batalhas sobre as quais existem evidências claras, ocorreram em 2.525 A.C. quando deflagrou um sério conflito armado na Suméria (sudeste do Iraque) entre Lagash e Umma, cidades-estados daquela conflituosa zona.
Transcendendo a simples curiosidade do facto histórico ressalta a triste conclusão de que os humanos andam, afinal,  há mais de cinco mil anos a matarem-se uns aos outros... São bem elevados os custos da civilização!

1 comentário:

  1. É mesmo, sempre a matarem-se uns aos outros e vão continuar na mesma senda. É a sina do Homo sapiens.
    Há dias, li num jornal uma notícia sobre os restos do homem de neandertal encontrados numa gruta no sul de Portugal, e a descrição morfológica dizia que ele tinha as articulações do esqueleto mais robustas. E um cérebro de tamanho maior do que o do homem dito moderno.
    Então, fui à Wikipedia e copiei o seguinte:
    "O homem de Neandertal (Homo neanderthalensis) é uma espécie extinta, prevalecendo como fóssil do género Homo, que habitou a Europa e partes do oeste da Ásia, desde há cerca de 350 000 [1] [2] até aproximadamente há 29 000 anos (Paleolítico Médio e Paleolítico Inferior, no Pleistoceno). Coexistiu com os Homo sapiens. Alguns autores consideram os homens-de-neandertal e os humanos subespécies do Homo sapiens (nesse caso Homo sapiens neanderthalensis e Homo sapiens sapiens, respectivamente). Os neandertais compartilham 99,7 por cento de seu DNA com os humanos modernos, mas apresentam diferenças morfológicas muito específicas.
    A cultura material do homem de Neandertal, chamada cultura musteriense, era sofisticada em vários aspectos. Há quem nele reconheça capacidades estéticas e espirituais semelhantes às do homem moderno, como as reveladas nas suas sepulturas, mau grado ser visto no imaginário popular como um ser simiesco, grosseiro e pouco inteligente. Era de maior robustez física que o homem moderno e tinha um cérebro ligeiramente mais volumoso. O cérebro dos seres humanos modernos tem um tamanho médio de 1400cc. O dos neandertais chegava a ter cerca de 1600cc. Progressos relativos da arqueologia pré-histórica e da paleoantropologia, depois da década de 1960, descrevem-no como um ser de considerável cultura, porventura sobrestimada por alguns autores. Questões como estas mantêm-se sem resposta conclusiva, sobretudo as relacionadas com a sua extinção."

    Já me tenho perguntado se esse tipo de homem, caso tivesse sobrevivido e não extinto, ao que parece às mãos do outro parceiro, não teria escrito uma história da civilização mais "humana". E sem dores nos joelhos e nas costas a incomodar os nossos esqueletos a partir de certa idade, a avaliar pelas articulações mais robustas. E isto porque se diz que o nosso corpo não evoluiu ainda tempo suficiente para suportar mais perfeitamente a posição erecta.

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