quinta-feira, 2 de junho de 2016

[9271] - COISAS POUCO CLARAS...


Parece que anda por aí a vaguear uma vã tentativa de refazer a história da Claridade, de inventar Claridosos, de colocar em causa o próprio  movimento Claridoso, como se esses génios do pensamento cabo-verdiano não tivessem, simplesmente, existido, ou pretendendo fazer passar  a mensagem de que a sua intervenção não terá passado de coisa menor e a outros ilustres desconhecidos pertencendo, quiçá, uma hipotéticamente sonegada posição de relevo no contexto de tal Movimento...
Gostaríamos que voz autorizada aqui viesse explicar aos visitantes deste Blogue o que, afinal de passa e, melhor, porque é que se passa, pois parece haver por aí "gato escondido com o rabo de fora!"

6 comentários:

  1. Ainda resta-nos uma figura inconfundivel dos Claridosos que pode dizer a verdade sobre este assunto. Convido o AcA a entrar em contacto com o Dr. Nuno Alvares de Miranda que até tem interesse em informar - de vez - sobre o que os neo cientistas querem impor. Ultimamente vem aparecendo auto proclamados especialistas que criam confusões e msmo inamizades.

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  2. HÁ QUEM ANDA A QUERER REESCREVER A HISTÓRIA DO MOVIMENTO LITERÁRIO DENOMINADO CLARIDOSO NA LITERATURA CABOVERDIANA, QUE CURIOSAMENTE TEVE O SEU QG EM S.VICENTE. 'PAS ASSEZ REVOLUTIONAIRE ET ENGAGÉ' OU 'TOTALMENTE DESCENTRALIZADO' PARA O GOSTO DE UNS CERTOS HOMENS NOVOS DA ACTUALIDADE.
    A ESTES CLARIDOSOS ENCONTRAM-SE MUITOS PIOLHOS NA CABEÇA!!?

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  3. No ultimo fórum realizado na Praia, houve uma tentativa de retirar o mérito as figuras proeminentes da Claridade como: Baltasar Lopes, Manuel Lopes, Jorge Barbosa, Roque Gonçalves, Manuel Velosa etc., tendo o académico e professor universitário , João Lopes Filho, afirmado que a Claridade teve a sua génese na Praia com Jaime de Figueiredo e João Lopes, sendo corroborada por Mário Fonseca.´ Para além de falsear a verdade histórica é uma afronta a S. Vicente e aos Claridosos.

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    1. Aguardemos a intervenção do Nuno Miranda, o ùnico claridoso, ainda vivo e em plena forma, para repor a verdade.
      A querer, sem nenhum respeito, puxar a braza alheia para a sua sardinha vamos pôr fogo à casa e ficamos todos queimados.
      Eduardo Oliveira

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  4. Há atitudes que são tão afrontosas que não encontramos palavras para exprimir o nosso repúdio. Mas também há situações em que o silêncio é a melhor forma de manifestar o nosso desprezo.
    É evidente que os mindelenses sabem perfeitamente de onde vem esta tentativa de apagar o legado cultural de que a ilha de S. Vicente é depositária. Como se não fosse bastante o artifício de uma "república" construída, tijolo a tijolo, com os favores da política, ainda nos querem roubar a alma! Mas é um disparate porque se a matéria se pode transplantar, a alma, essa, permanece sempre imune a qualquer manipulação. Ela é incorpórea e cada um tem a sua.

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