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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

(6368) - EDEN-PARK RENASCIDO?! - COMENTÁRIOS...

 
Vamos esperar para ver. Para já, achei a entrevista do arquitecto recheada de ingredientes suculentos e aliciantes. O que ele propugna corresponde mais ou menos ao que pensávamos, sendo que nalguns pontos ele é mais ousado, mais avançado e mais assertivo, alimentando uma agradável expectativa por nossa parte.
A morna Un vez Soncent era sabe, ou Tempe de Canequinha, foi cantada pelo Bana mas o autor foi o Sérgio Frussoni, nada tendo o B. Leza a ver com o assunto, pelo menos com a letra. O poema, esse, foi escrito pelo Frusoni e vi o texto dactilografado pelo próprio na sua máquina da Italcable. O Val explica tudo muito bem no seu livro, publicando o texto, que merece ser lido por esta e outras razões bem profusas. Admito que o B. Leza possa ter sido é o compositor da música, mas sobre isso o Val se pronunciará.
Abraço
Adriano Lima
...oooOooo...
 
Estava eu precisamente a preparar um mail a dirigir aos amigos aqui citados e mais alguns mas vou só acrescentar nesta lista (por enquanto) o Fernando Frusoni.
Estive há dias falando com o Fernando sobre uma saída estúpida e irresponsável do cantor Dany Silva que afirma (no Facebook) que a morna "Soncente um vez era sabe" (???) é da autoria de Sergio Frusoni e B.Leza.
O grande, imenso B.Leza, se estivesse vivo, havia de afirmar que nunca teve nada com isso porque ele foi tão grande que ainda ninguém conseguiu beliscar a sua aura.
Agora aparece na entrevista o arquitecto para a obra do EDEN PARK (vd. Café Margoso) a dizer "a morna do Bana". ("Vicente um vez era sabe"). Nem é "Soncente um vez era sabe")a morna do Bana, trazendo o saudosismo de "Vicente um vez era sabe."

O Bana que foi um ícone da nossa mùsica, nunca compôs e, muito infelizmente, estragava as letras de certas músicas que interpretava nomeadamente esta que nunca foi "Soncente um vez era sabe" mas
"Tempe de Caniquinha".
Ainda por cima as letras  encontram-se vandalizadas com expressões inadequadas.
Temos de fazer algo para que isso tome outra dimensão em memôria do Sr. Sergio Frusoni, porque ele foi rigoroso no que fazia e, de certo, não ficaria contente se estive vivo e ouvisse como maltratam a sua obra.
Conto convosco, com a vossa ajuda porque - outro facto inadmissivel - a obra não està registada na Sociedade dos Autores e Compositores e OUTROS estão recebendo os Royalties.
Então? Mexem-se ou aceitam esta injsutiça? Pessoalmente não aceito. Tanto mais que fui o responsàvel pela divulgação - em seu tempo - de "TEMPE DE CANIQUINHA".
Obrigado pela vossa atenção.
Valdemar Pereira

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