oportuna e perfeita a homenagem na forma de lembrete permanente do que somos capazes de fazer conosco e com o próximo. Gostei da expressão olvidar, que sempre que usava em espanhol, me parecia sonora e ampla como a dor do esquecimento.
Olá, AMIGAS, obrigado pela visita. Acho que olvidar se deve empregar com relação a coisas de dimensões acima do normal...Esquecer é coisa fácil! Val, meu caro, quanta verdade em tão poucas alavras...
Olá amigo
ResponderEliminarMerecida e bem escolhida forma de homenagiar e perpetuar MANDELA.
Abraço.
Dilita
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ResponderEliminaroportuna e perfeita a homenagem na forma de lembrete permanente do que somos capazes de fazer conosco e com o próximo.
ResponderEliminarGostei da expressão olvidar, que sempre que usava em espanhol, me parecia sonora e ampla como a dor do esquecimento.
Sei de um lugar onde falam de Mandela, dão o seu nome a aeroporto e não têm em conta os seus preceitos, o que é pura hipocrisia.
ResponderEliminarOlá, AMIGAS, obrigado pela visita. Acho que olvidar se deve empregar com relação a coisas de dimensões acima do normal...Esquecer é coisa fácil!
ResponderEliminarVal, meu caro, quanta verdade em tão poucas alavras...
Não concordo, não concordo, o elefante tem dimensões acima do normal nunca se olvida, ahahahaha
ResponderEliminarE fiquem sabendo que quem se olvida tem muita vezes oltites no olvido...
Braça olvidada,
Como é que é mesmo o meu nome? Quem sou eu? Que blogue é este? Cheira a atum que se farta...