domingo, 8 de março de 2015

[7872] - NÉLSON, O LUSO-CABOVERDIANO VOADOR...

AO SAGRAR-SE, ONTEM, EM PRAGA, CAMPEÃO DA EUROPA DO TRIPLO-SALTO EM PISTA COBERTA, NELSON ÉVORA FECHOU O CIRCULO DE  GLÓRIAS A QUE UM ATLETA PODE ASPIRAR, A NÌVEL NACIONAL, EUROPEU, MUNDIAL E OLÍMPICO...
NÃO HÁ MEMÓRIA DE QUE, EM PORTUGAL, ALGUMA VEZ ALGUÉM TENHA ALCANÇADO UM TAMANHO PATAMAR DE EXCELÊNCIA NO DESPORTO... ALIANDO A UMA EXTRAORDINÁRIA VOCAÇÃO NATA,  UMA VONTADE DE FERRO E UM  INDÓMITO ESPÍRITO DE LUTA FOI-LHE PERMITIDO COMBATER E  DOMINAR DIFÍCEIS PROBLEMAS DE ORDEM FÍSICA, ALIMENTANDO, SEMPRE E COM  PERSEVERANÇA ÍMPAR, A META QUE ERA E É A SUA RAZÃO DE EXISTÊNCIA: VENCER!
AVÉ, CAMPEÃO: NÓS, OS SIMPLES MORTAIS, TE SAUDAMOS,  NA PLENITUDE DAS TUAS GLÓRIAS E DO ORGULHO COLECTIVO QUE ELAS SUSCITAM!
LONGA VIDA AO ATLETA E AO HOMEM!

7 comentários:

  1. Este rapaz compete com alma cabo-verdiana.

    ResponderEliminar
  2. A mãe dele é da Rua da moeda, Élida Evora

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Esta visto, meu caro: há muita gente "importante" ligada à Rua da Moeda...Temos que começar a pensar em pedir à Câmara que coloque umas placas alusivas e ponha a rua nos roteiros turisticos!
      Braça sorridente,
      Zito

      Eliminar
  3. Pois é, Zito. Em matéria de placas alusivas estamos ao nivel zero. Hà tempos estive tratando de arranjar amigos para pormos uma placa na casa onde viveu Nhô Césa Marques, como um desafio ao destrutores do Eden Park. Parei por falta de uma informação que nunca veio. Sucede que me enganei na escolha da pessoa que nem sequer se justificou.
    Temos muita gente que nunca serà lembrada na toponimia sanvicentina mas que podia ser lembrada com uma simples mas merecida placa. E isso nem precisa de autorização da Câmara (parece-me).
    Os blogues (AcA, PdB e, talvez a Esquina) e seus assiduos podiam pensar seriamente nisto. Pelo menos deixo aqui a ideia porque sugerir e/ou zelar, ajudando o Municipio. Afinal, mesmo fora, continuamos ligados umbilicalmente a essa Ilha santa.
    Que dizem?

    ResponderEliminar
  4. Val, o meu comentário é uma brincadeirinha mas o assunto, tal como o colocas, adquire uma dimensão que talvez merecesse btratamento mais desenvolvido...Para começar, podias dar-me algumas "dicas" sobre nomes, acontecimentos ou locais que mereceriam placas informativas, uma das formas de preservar a História e os seus actores. Grato!
    Zito

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Tratamento mais desenvolvido, dizes, Zito. E de que maneira ! Sou avesso ao esquecimento ou a homenagens póstumas. Por isso falo sempre que posso desta simples forma que obriga a qualquer cidadão a perguntar "Quem foi a pessoa aqui citada"
      Se a juventude da nossa terra não tem ideia de nada é porque ninguém se preocupa de lhes ensinar factos de diazà que enriquecem a nossa Historia que não é feita apenas por grandes feitos.
      Há bem pouco tempo fiquei admirado por um amigo meu (que deixou cedo a terra) desconhecer quem foi o grandíssimo Dr. Baptista de Sousa. Pouco tempo depois passou a ser um biôgrafo do engenheiro humano.
      E se houvessem placas elucidativas isso não sucederia. Basta dizer, por exemplo: "Neste edifício viver César Marques Silva - S.Nicolau 19.../Lisboa 19...) Fundador do Cine Teatro Eden Park". Outra pessoa que, que eu saiba, ainda não foi homenageado "Nesta casa exerceu o cirurgião José Duarte Fonseca - etc". Isso obrigava os guias turísticos a sabere informar factos e personalidades. Imagina tudo isso.
      E não inventei nada. A uns 900 metros de onde moro, vejo uma dístico que diz "Nesta casa nasceu Honoré de Balzac".
      Um Comité, activo, podia contribuir para estudar e executar esta tarefa.

      Eliminar
  5. Muitos inventos viram a luz do dia sem que houvesse intenção de as criar. Foram experiências feitas para outros fins que se desviaram e acabaram de ser o que são. Nem cito exemplos que são muitos. Um nunca mais acabar.
    Sirvo-me do preâmbulo para falar de outro atleta de SonCente que foi extremo da equipa de futebol da Académica do Mindelo e, uma vez em Lisboa, descobriram que "com as canelas que tinha podia dedicar-se ao atlétismo". Adeus futebol e Viva o atletismo.
    E foi assim que Natal dos Santos (Natal de Nho Matigim) acabou por ser Campeão de Portugal de barreiras. Não me lembro se de 100 ou de 200 métros, mas foi Campeão Nacional sob as cores do Benfica.
    Portanto, podem ver que, mexendo numa coisa descobrimos outras mais esquecidas ou mesmo desconhecidas.

    ResponderEliminar