sexta-feira, 11 de março de 2016

[8997] - NEM UMA COISA, NEM OUTRA...


Não deixaram de chamar a minha atenção, ontem, as considerações que um especialista do assunto tecia, na televisão, acerca do chamado Estado Islâmico...
Dizia ele que o fenómeno não deixa de ser algo contraditório pois , afinal, estamos em  presença, no que ao Estado Islâmico se refere, a algo que nem é "Estado", nem é "Islâmico"...
Ocorre, por isso, indagar como é que, algo que nem sequer consegue justificar o cognome  que arvora, se permite aterrorizar meio mundo!

4 comentários:

  1. Perguntado sobre o desastre que se vive devido o fanatismo religioso, o escritor argelino Boualem Sansal disse:
    "Isto não é a minha religião [...]. Não creio que vencerão mas, no entanto, continuarão a influenciar massivamente jovens desesperados, radicalizados a toda a pressa, para morrerem como mártires para impressionar os amigos."
    Mas até quando?

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    1. E a jornalista Zineb el Rhazaoui, colaboradora do jornal satitrico Charlie Hebdo" diz:
      "Não podemos ceder nem tampouco dialogar com a extrema direita islamista que recusa o Estado de Direito! Apresentam um projecto totalitàrio que é preciso combater"

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    2. Pois é Val, as palavras são belas mas a realidade é aterradora e, enquanto o radicalismo islâmico alastra como uma pandemia não há discurso que combata este virus enquanto não aplicarem a vacina que se impõe: DENTE POR DENTE!
      Neste momento, não há viabilidade dialéctica para a cicatrização de ódios milenares!

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  2. Nem é estado nem é islâmico, é uma monstruosidade que foi criada pelo Ocidente.

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