terça-feira, 12 de julho de 2016

[9435] - O EPÍLOGO...


O pontapé de EDER, que provocou um frémito de 
lusitanidade do Minho a Timor, no seio de uma
Comunidade que não tem paralelo na
História das Nações de um  Mundo
mergulhado nas trevas da
divisão, do ódio e do
sectarismo!



2 comentários:

  1. Digamos que a bifana de portuguesa venceu o croissant de Paris. Digamos que Viriato mesmo sem poção mágica venceu Astérix. Digamos que desde Napoleão (1807, 1809, 1810) que os franciús não eram tão humilhados por Portugal. Digamos que eles quando estão de boa maré são até bons rapazes, mas que quando estão com a telha merecem mesmo um puxão de orelhas destes. E viva as porteiras e os pedreiros portugueses de França e do resto do mundo.

    Braça apenas com um golo para os gauleses baixarem as orelhas,
    Djack

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  2. É por tudo o que dizes, Djack, que esse golo que o Zito aqui tentou reproduzir (acaso a imagem fílmica se cumprisse) ecoou em corações dispersos pelas sete partidas do mundo. Até fez o Xanana Gusmão chefiar um cortejo festivo pelas ruas de Dili.
    Ele há coisas! As teorias científicas são sempre incompletas quando o objecto dos seus tratados é o coração humano. Este é um abismo insondável. Não fora a curteza de vistas do homem de Santa Comba, e tivessem vingado as ideias de Norton de Matos, poder-se-ia ter construído uma comunidade lusa que marcaria a história das nações. Uma comunidade onde todos seriam verdadeiramente iguais, independentemente das geografias e das diferenças étnicas. E é irónico que seja o futebol a mostrar-nos que isso poderia ter sido uma realidade e não uma utopia.

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